5 Comentários em Jornal Nacional Fale Conosco, Telefone, Email, SAC, Atendimento

  1. José Carlos Costa disse:

    A matéria exibida agora a pouco, a respeito dos achados PALEONTOLÓGICOS, foram erroneamente associadas a achados ARQUEOLÓGICOS. A pesquisa desenvolvida pelos pesquisadores, paleontólogos, e não arqueólogos, segui uma metodologia própria da Paleontologia, não podendo ser associada à pesquisas Arqueológicas em absoluto.

    Arqueólogos estudam a cultura do homem, seu desenvolvimento, desde tempo imemoriais. O Paleontólogo, por sua vez, estuda animais extintos, tais como Mamutes, Preguiças-Gigantes, Dinossauros etc.

    Além da grande confusão gerada à respeito do papel de cada profissional, prestou-se uma grande desinformação ao público em geral.

    Por favor, Retifiquem a informação divulgada.

    Grato.

  2. Maria Eduarda Brandão Andrade disse:

    Oi eu gosto muito do jornal nacional um beijo ?

  3. Mari Isabella da Motta Reis disse:

    Nota de repúdio do Sintrajufe/RS sobre matéria veiculada no Jornal Nacional em 5/12/2017
    Publicado em Quinta, 07 Dezembro 2017 15:40

    Na noite dessa terça-feira, 5, quem assistiu ao Jornal Nacional, principal programa da Rede Globo, deparou-se com uma apresentação que mais parecia peça publicitária do governo em sua sanha contra o funcionalismo. Ao longo de seis minutos, informações manipuladas, entremeadas de animações e infográficos, foram mostradas, sobre a remuneração no serviço público, em uma tentativa de colocar em lados opostos servidores e trabalhadores da iniciativa privada. Foram ouvidos vários “especialistas”, todos contra o funcionalismo. Em um arremedo de contraponto, para mostrar que ouviu todos os lados, a Globo deu a um dirigente da Fenanufe míseros 20 segundos para contra-argumentar.

    O relatório “Um Ajuste Justo – Análise da Eficiência e Equidade do Gasto Público no Brasil”, do Banco Mundial, serviu de base para a reportagem. O JN afirmou que o serviço público tem uma “elite” e que 83% dos servidores estão no “topo da pirâmide” salarial do país. O Judiciário foi um dos principais alvos, com duas evidentes mentiras: foi afirmado que a média salarial da categoria é de R$ 17.744,00 – obviamente, esse número inclui a remuneração da magistratura, o que não dito ao telespectador – e que um advogado em início de carreira ganharia R$ 30 mil, sendo que o cargo “advogado” nem sequer existe no Judicário Federal.

    Quem é o Banco Mundial? Essa instituição tem um histórico por fazer análises catastróficas da realidade de países em desenvolvimento e receitar, como tratamento, a destruição do Estado, com privatizações, redução do funcionalismo e entrega de riquezas a multinacionais. Foi o mesmo Banco Mundial que, em 1996, divulgou o Documento Técnico 319, no qual praticamente exigia o fim das justiças do Trabalho e Militar.

    O relatório do Banco Mundial, cujos trechos a Globo divulgou, concluiu que o setor público brasileiro é caro e ineficaz. As análises feitas invertem causa e efeito. Por exemplo: no Brasil, 13,1% do PIB são direcionados para o pagamento da folha do setor público. A partir daí, o Banco Mundial afirmou que o salário do funcionalismo contribui para a desigualdade social no país. A causa não seriam a superexploração do trabalho, a falta de dignidade no trabalho, a baixa remuneração no setor privado?

    Outro exemplo: para concluir que o serviço público no Brasil é caro, o banco fez uma comparação com outros 50 países. Entre eles, estão algumas das maiores economias do mundo, como Estados Unidos, Alemanha, Israel, Japão, e países conhecidos por justiça social e distribuição de renda, como Bélgica e Islândia. Uma das características das economias desenvolvidas é a pouca disparidade remuneratória entre as diversas categorias de trabalhadores. Qual o custo de vida, os serviços públicos oferecidos (com estrutura física e de valorização dos profissionais), qual a formação média dos trabalhadores? Nada disso foi mostrado. A realidade de boa parte desses países é bem diferente do que ocorre no Brasil, onde a média salarial não chega a R$ 2.500,00, enquanto deveria ser de R$ 3.731,39, em novembro, de acordo com o Diesse, para acatar o preconizado pela Constituição Federal. Aliás, não tratar da baixa remuneração da maioria dos brasileiros e apenas compará-la a médias (manipuladas) do funcionalismo é outra grande desonestidade do Banco Mundial replicada pela Globo.

    Salário, benefícios e estabilidade foram apontados pelo JN como tripé que representa o “privilégio” do funcionalismo. Não foi informado aos espectadores que a estabilidade está cada vez mais ameaçada; que o funcionalismo é estável e, por isso, não recebe a contrapartida do FGTS; que os servidores, depois de se aposentarem, seguem tendo descontos previdenciários (de 11% ou mais).

    A conclusão do banco, e da reportagem, é que mudanças drásticas precisam ser feitas, entre elas, a reforma da Previdência e a mudança na forma de reajuste do funcionalismo, que deveria ter como base a produtividade. O ataque à remuneração do funcionalimo teve como desculpa que deve sobrar dinheiro para que se invista em saúde, educação, segurança. Mas não são servidores públicos que realizam esses serviços? Então, em vez de “peso” seus salários não deveriam ser vistos como “investimento”? Enquanto a folha de pagamento absorve 13,1% do PIB, quase metade do orçamento da União é gasto com o pagamento da dívida pública. É um dinheiro que vai para o mercado financeiro e não traz qualquer benefício para a população; pelo contrário, esses pagamentos são os responsáveis pelas crises financeiras não apenas da União, como de estados e municípios. As reformas e as medidas propostas, aliás, têm sempre um único fim: que ainda mais dinheiro público seja desviado para o setor financeiro e para a agiotagem internacional.

    Como não é incomum em sua história, a Globo abriu mão do jornalismo e fez uma propaganda, campanha que se une ao governo e a setores que querem o fim do Estado de direito. Buscando colocar os trabalhadores uns contra os outros, buscou mostrar os servidores como privilegiados, e não como trabalhadores competentes, fundamentais para o desenvolvimento e a autonomia do país. O Sintrajufe/RS, com esta nota, vem a público manifestar seu repúdio a esses ataques, à falta de compromisso da Globo com a verdade e lançará mão de todos os meios disponíveis para buscar reparar as mentiras propagadas, restaurando a verdade dos fatos e da necessidade de um funcionalismo público cada vez mais forte e valorizado, para atendimento da população.

    ( Como Servidora pública e trabalhadora brasileira, séria, responsável, pontual e concursada do poder judiciário há quase 25 anos, manifesto tbm meu repúdio quanto a esta reportagem do Jornal Nacional altamente tendenciosa, prejudicial, inverídica, injusta, fazendo crer que a grande parte do funcionários públicos deste país faz jus à salários altíssimos, quando é apenas uma minoria que isso ocorre, onde, na verdade há uma distância enorme entre um Técnico Judiciário, e um Desembargador, fora que estes, além da alta remuneração que lhes é aplicada, ainda gozam de muitos privilégios sem necessidade como o auxílio moradia, que equivale ao sal´rio de muitos servidores da casa, algo em torno de 4 ou 5 mil, e como todo mundo, tem que pagar contas e impostos.Como não temos direto ao FGTS, temos o instituto da estabilidade , que é uma proteção à arbitrariedade e antipatias naturais por parte do chefe. Antes de nos criticar, temos que averiguar bem os fatos, antes que a população pense que somo uns nababos que nem os políticos, que ganham uma nota alta e são cercados de privilégios, sim, eles tem. Por que nós, os mais “pobres” da lista, assalariados,e que não tem o reajuste anual como prevê a Constituição Brasileira?? ainda querem tirar o pouco que temos?? No Brasil o que existe no Brasil é uma brutal desigualdade de renda, uma altíssima carga tributária e pouca gente ganhando demais e vivendo numa Ilha da Fantasia..nós, não. Cada vez mais temos que nos sacrificar para ter algum prazer na vida, além de trabalho, casa, trabalho, e não culpar a gente pela mentira do Rombo da Previdência por parte de um Presidente desumano, insensível, que governa contra o povo e para a elite endinheirada. Vide as Reformas recentes contra os trabalhadores, o aumento constante dos combustíveis, gás de cozinha, a redução de 8 reais de um salário mínimo já insignificante, e vcs ainda vem jogar pedras em nós?

  4. Filipi disse:

    NO SITE CONVERSA GLOBO, enviamos a mensagem, MAS não fica claro se ela foi recebida. O que fazer Dona Rede Globo???
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  5. Danilo Campana disse:

    Olá,
    Por favor, vejam se podem me ajudar, preciso agendar o comparecimento a uma unidade do INSS para “Aposentadoria por tempo de contribuição”, porém, por um erro no sistema deles consta que tenho dois cancelamentos de agendamentos, e só poderei agendar em 10/03.
    Um desses cancelamentos se referem a 23/11, onde eu tinha um agendamento mais tarde, e eles me ligaram para eu comparecer mais cedo, compareci, mas mesmo assim foi considerado como cancelamento, o segundo eu agendei dia 08/09 e no mesmo dia liguei para cancelar, mesmo assim fui punido, dois absurdos.
    Liguei no 135 me informaram para eu ir na agencia do centro, fui e não podem fazer nada, liguei novamente e informaram para enviar pelo site um formulário para ouvidoria deles com o anexo do meu comparecimento dia 23/11, estou tentando desde 16/02 enviar isso e o site esta com erro, alias, tem reclamação no reclame aqui desse site.
    Talvez vocês consigam me ajudar entrando em contato com eles.

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